{"id":5665,"date":"2022-12-07T14:51:43","date_gmt":"2022-12-07T17:51:43","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalpontomais.com\/site\/?p=5665"},"modified":"2022-12-07T14:53:12","modified_gmt":"2022-12-07T17:53:12","slug":"5665","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalpontomais.com\/site\/2022\/12\/07\/5665\/","title":{"rendered":"A ferida, a luta e a cura"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma das caracter\u00edsticas mais intrigantes das sociedades que estiveram<br>sujeitas ao colonialismo hist\u00f3rico europeu \u00e9 a perman\u00eancia, a seguir \u00e0<br>independ\u00eancia, de rela\u00e7\u00f5es de tipo colonial sob velhas e novas formas, tanto<br>internas como internacionais. <\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Dois desses tipos est\u00e3o h\u00e1 muito identificados.<\/strong><br><br>S\u00e3o o colonialismo interno e o neocolonialismo\/imperialismo. O conceito de<br>colonialismo interno refere-se ao modo como as elites que sucederam aos<br>colonizadores europeus \u2013 que no caso das Am\u00e9ricas, Nova Zel\u00e2ndia e<br>Austr\u00e1lia eram descendentes destes \u2013 se apropriaram do poder e das terras<br>que antes tinham sido usurpados pelos colonizadores. De tal modo o fizeram<br>que os povos nativos\/origin\u00e1rios ou trazidos como escravos continuaram<br>sujeitos ao mesmo tipo de domina\u00e7\u00e3o colonial, quando n\u00e3o foram<br>exterminados, o que aconteceu particularmente na Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n\n\n\n<p><br>O conceito de neocolonialismo refere-se \u00e0 depend\u00eancia sobretudo econ\u00f3mica<br>(e, por vezes, militar) dos novos pa\u00edses em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 antiga pot\u00eancia<br>colonizadora, enquanto o conceito de imperialismo se refere ao mesmo tipo<br>de rela\u00e7\u00f5es entre os pa\u00edses hegem\u00f3nicos do Norte global (centro do sistema<br>mundial) e os pa\u00edses dependentes do Sul global (periferia e semi-periferia do<br>sistema mundial).<br><\/p>\n\n\n\n<p><br>Penso que a continuidade din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es coloniais assenta na<br>perman\u00eancia, ao longo dos \u00faltimos cinco s\u00e9culos, de tr\u00eas modos principais<br>de domina\u00e7\u00e3o: capitalismo (desigualdade classista), colonialismo<br>(desigualdade etno-racista) e patriarcado (desigualdade sexista e redu\u00e7\u00e3o da<br>diversidade de g\u00e9nero a homens e mulheres). Todos estes modos de<br>domina\u00e7\u00e3o foram concomitantes de epistemic\u00eddio (desqualifica\u00e7\u00e3o dos<br>saberes n\u00e3o euroc\u00eantricos como residuais, atrasados ou mesmo perigosos e <\/p>\n\n\n\n<p>blasfemos). Tanto o colonialismo como o patriarcado existiram muito antes<br>do capitalismo e exercidos por outros povos que n\u00e3o os europeus, mas foram<br>profundamente reconfigurados a partir do momento em que foram<br>articulados com o capitalismo. Por outro lado, estas formas de domina\u00e7\u00e3o<br>tamb\u00e9m vigoraram e vigoram no interior dos antigos pa\u00edses colonizadores,<br>ainda que de modos muito diferentes. As independ\u00eancias pol\u00edticas alteraram<br>(com intensidades diversas) estas tr\u00eas domina\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o as eliminaram.<br>O modo como as domina\u00e7\u00f5es se dispuseram nas col\u00f3nias e antigas col\u00f3nias<br>teve as seguintes caracter\u00edsticas gerais.<\/p>\n\n\n\n<p><br><br><strong>A ferida colonial<\/strong><br>Supress\u00e3o epistemol\u00f3gica. A supress\u00e3o ou nega\u00e7\u00e3o de todos os<br>conhecimentos discrepantes com o conhecimento religioso e cient\u00edfico<br>trazido pelos colonizadores, mesmo que tais conhecimentos existissem desde<br>tempos imemoriais e fossem os que davam sentido \u00e0 vida das popula\u00e7\u00f5es.<br>Quando n\u00e3o suprimidos, esses conhecimentos foram transformados em<br>informa\u00e7\u00e3o a ser apropriada e validada pela ci\u00eancia.<br><\/p>\n\n\n\n<p><br>Mito do desenvolvimento. A hist\u00f3ria dos povos anterior \u00e0 invas\u00e3o<br>colonial foi violentamente interrompida e os povos invadidos foram for\u00e7ados<br>a esquecer a sua hist\u00f3ria e a entrar na hist\u00f3ria dos colonizadores, a hist\u00f3ria<br>mundial como meton\u00edmia da hist\u00f3ria da expans\u00e3o europeia. Em rela\u00e7\u00e3o a<br>esta \u00faltima, os povos invadidos e mais tarde independentes foram<br>considerados atrasados, menos desenvolvidos, e incitados a mobilizar-se<br>para se modernizarem e desenvolverem. N\u00e3o do modo que quisessem e para<br>os objectivos que decidissem, mas do modo seguido pelos pa\u00edses<br>colonizadores ou ex-colonizadores e para os objectivos por eles adoptados.<br>Um dia seriam todos igualmente desenvolvidos, um dia que nunca chegou.<br>Predomin\u00e2ncia de exclus\u00f5es abissais. O modo como se articularam<br>globalmente as tr\u00eas domina\u00e7\u00f5es fez com que nas col\u00f3nias e ex-col\u00f3nias o <\/p>\n\n\n\n<p>poder desigual gerado pelo colonialismo (racismo, roubo de terras, divis\u00e3o<br>das popula\u00e7\u00f5es entre assimilados e ind\u00edgenas) e patriarcado (sexismo,<br>feminic\u00eddio, homofobia) fosse particularmente violento e atingisse mais<br>popula\u00e7\u00f5es. O poder assentava na ideia de que as popula\u00e7\u00f5es v\u00edtimas dele<br>eram compostas por seres naturalmente inferiores, a quem, por essa raz\u00e3o,<br>n\u00e3o era pens\u00e1vel aplicar o mesmo direito que regulava as rela\u00e7\u00f5es entre<br>colonizadores e entre seus descendentes. Essa dualidade jur\u00eddica poderia ser<br>formal ou informal, mas configuraria sempre uma exclus\u00e3o sem garantias de<br>protec\u00e7\u00e3o eficaz das popula\u00e7\u00f5es racializadas ou sexualizadas.<br>Confinamento ao particular e local. As pr\u00e1ticas e os conhecimentos das<br>popula\u00e7\u00f5es coloniais e ex-coloniais foram sempre considerados excep\u00e7\u00f5es<br>locais ou particulares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pr\u00e1ticas e conhecimentos dos<br>colonizadores e seus descendentes, umas e outros considerados universais e<br>globais, por mais que fossem, na sua origem, particularismos e localismos<br>euroc\u00eantricos.<\/p>\n\n\n\n<p><br><br>O mito da pregui\u00e7a. Finalmente, as popula\u00e7\u00f5es coloniais e ex-coloniais<br>foram consideradas pregui\u00e7osas, pouco produtivas, avessas ao trabalho<br>\u00e1rduo, o que \u201cjustificou\u201d a escravatura e o trabalho for\u00e7ado, modelos de<br>super-explora\u00e7\u00e3o do trabalho que, sob outras formas, continuam a vigorar.<br>Ao longo do s\u00e9culo XX, os modos de vida destas popula\u00e7\u00f5es adquiriram um<br>glamour especial transformado em mercadoria pela ind\u00fastria global do<br>turismo.<\/p>\n\n\n\n<p><br><br>De tudo isto resultou o que hoje se designa por ferida colonial, uma<br>ferida que, em realidade, decorre de uma articula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica entre<br>capitalismo, colonialismo e patriarcado, caracterizada pela extens\u00e3o e<br>intensidade com que as maiorias (muitas vezes designadas como minorias)<br>s\u00e3o tratadas como seres inferiores e objectos de viol\u00eancia impune. Nos<br>\u00faltimos cento e cinquenta anos, os povos e as popula\u00e7\u00f5es que foram e <\/p>\n\n\n\n<p>continuam sujeitas ao colonialismo dos europeus e seus descendentes t\u00eam<br>vivido uma dura experi\u00eancia de oscila\u00e7\u00f5es sem fim entre per\u00edodos de<br>expectativas de liberta\u00e7\u00e3o e de vida digna e per\u00edodos de frustra\u00e7\u00e3o ante o<br>regresso, por vezes agravado, das formas mais violentas de domina\u00e7\u00e3o e de<br>sujei\u00e7\u00e3o por parte das elites e sua tr\u00edplice supremacia classista, racial e<br>sexual. A apropria\u00e7\u00e3o privada, muitas vezes violenta e ilegal, de bens<br>comuns \u2013 sejam eles recursos naturais, humanos, institucionais, culturais \u2013<br>parece continuar sem fim \u00e0 vista.<\/p>\n\n\n\n<p><br><br><strong>Luta sem cura?<\/strong><br>A ferida colonial impediu que as popula\u00e7\u00f5es oprimidas pela tr\u00edplice<br>domina\u00e7\u00e3o considerassem o seu passado como fechado e, pelo contr\u00e1rio, o<br>concebessem como uma tarefa ou miss\u00e3o por cumprir. Foi assim que o futuro<br>foi sendo constitu\u00eddo em promessa da cura da ferida colonial e da viol\u00eancia<br>que ela constitu\u00eda. No entanto, em face do ciclo vicioso entre expectativa e<br>frustra\u00e7\u00e3o, o futuro pr\u00f3ximo foi-se tornando distante. At\u00e9 chegarmos ao<br>nosso tempo paradoxal, simultaneamente vertiginoso e estagnado, em que a<br>cura da ferida colonial parece destinada a ser uma miragem. <\/p>\n\n\n\n<p><br>N\u00e3o h\u00e1 alternativas? Esta pergunta faz muito pouco sentido para aqueles e aquelas<br>que diariamente t\u00eam de procurar alternativas para continuar a viver com<br>dignidade, alimentar os filhos ou sobreviver \u00e0 viol\u00eancia impune. A raz\u00e3o est\u00e1<br>em que o ciclo vicioso das expectativas e frustra\u00e7\u00f5es nunca \u00e9 vicioso para<br>quem luta e enquanto luta. H\u00e1 sempre esperan\u00e7a que desta vez seja diferente.<br>A hist\u00f3ria afinal nunca se repete. \u00c9 a esperan\u00e7a que cria a luta e,<br>paradoxalmente, \u00e9 tamb\u00e9m a luta que cria a esperan\u00e7a. Da\u00ed que a domina\u00e7\u00e3o,<br>por mais injusta e violenta, s\u00f3 se torne intoler\u00e1vel quando h\u00e1 resist\u00eancia e<br>luta. Houve progressos? Sim, mas n\u00e3o houve progresso. A aboli\u00e7\u00e3o da<br>escravatura foi um progresso, mas foi persistentemente substitu\u00eddo pelo<br>\u201ctrabalho an\u00e1logo ao trabalho escravo\u201d (designa\u00e7\u00e3o proposta pela ONU) que <\/p>\n\n\n\n<p>hoje continua a aumentar. Ou seja, muitas das transi\u00e7\u00f5es que foram<br>imaginadas como passagem para uma sociedade mais justa, qualitativamente<br>melhor, foram, de facto, quase sempre momentos de um ciclo, momentos de<br>esperan\u00e7a, de progresso e de justi\u00e7a, que logo depois foram seguidos pela<br>reac\u00e7\u00e3o conservadora e mesmo violenta das novas e velhas classes<br>dominantes e suas elites, ciosas dos seus privil\u00e9gios, com o consequente<br>ros\u00e1rio de retrocessos, fossem eles o regresso da fome, do autoritarismo, da<br>guerra, da viol\u00eancia ca\u00f3tica contra as popula\u00e7\u00f5es oprimidas. Ser\u00e1 que tudo<br>volta ao princ\u00edpio ou tal ideia \u00e9 apenas uma constru\u00e7\u00e3o de intelectuais<br>pessimistas?<\/p>\n\n\n\n<p><br><br>Se tomarmos o Brasil como exemplo, verificamos que o pa\u00eds atravessa<br>neste momento um ciclo pol\u00edtico conservador de frustra\u00e7\u00e3o e de retrocesso<br>social para as classes populares, que \u00e9 a resposta das classes e elites<br>dominantes ao ciclo progressista e de esperan\u00e7a que se inaugurou com o<br>primeiro governo de Lula da Silva. Os avan\u00e7os na distribui\u00e7\u00e3o de<br>rendimento, na democratiza\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o, nos direitos laborais, e nas<br>pol\u00edticas sociais em geral come\u00e7aram a ser contestados a partir de 2016 e a<br>ser activamente neutralizados a partir de 2018. Esta fase do ciclo tem hoje<br>no bolsonarismo a sua express\u00e3o mais radical e est\u00e1 longe de estar esgotada,<br>qualquer que seja o vencedor das elei\u00e7\u00f5es de 30 de Outubro. As medidas do<br>per\u00edodo progressista que mais incomodaram as elites conservadoras (e das<br>classes m\u00e9dias que nelas se rev\u00eaem) tiveram a ver com pol\u00edticas em que o<br>capitalismo, o colonialismo e o patriarcado mais visivelmente se<br>articulavam, como no que diz respeito aos direitos laborais das empregadas<br>dom\u00e9sticas (na grande maioria mulheres negras e pobres), ao sistema de<br>quotas (ac\u00e7\u00f5es afirmativas) no acesso \u00e0 universidade que beneficiaram<br>maioritariamente os filhos de fam\u00edlias afrodescendentes pobres, ou ainda \u00e0s<br>leis que alteraram o regime das sexualidades e o impacto que tiveram nas concep\u00e7\u00f5es tradicionais de fam\u00edlia (casamento entre pessoas do mesmo sexo). De algum modo, esta mudan\u00e7a de ciclo teve no passado uma outra vers\u00e3o quando a fase progressista dos governos de Juscelino Kubitschek e<br>Jo\u00e3o Goulart (que inclu\u00eda a reforma agr\u00e1ria) teve como resposta<br>conservadora o golpe de 1964 e a ditadura militar que duraria vinte anos.<br>Foi assim at\u00e9 agora. Continuar\u00e1 a ser no futuro? Para os que sofrem na<br>pele os retrocessos e a viol\u00eancia, a luta recome\u00e7a e assim os pais do desespero<br>geram filhos da esperan\u00e7a. Acontece que nas \u00faltimas d\u00e9cadas houve uma<br>mudan\u00e7a significativa no modo como os ciclos da esperan\u00e7a e do medo, da<br>expectativa e da frustra\u00e7\u00e3o, s\u00e3o vividos pelas popula\u00e7\u00f5es oprimidas. Essa<br>mudan\u00e7a deveu-se a duas condi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas novas. Por um lado, a<br>democracia liberal, que at\u00e9 \u00e0 d\u00e9cada de 1980 era concebida como um regime<br>que exigia algumas pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es para se implantar e consolidar, (reforma<br>agr\u00e1ria, exist\u00eancia de classes m\u00e9dias, n\u00edvel de urbaniza\u00e7\u00e3o), passou a partir<br>de ent\u00e3o a ser concebida como n\u00e3o exigindo quaisquer pr\u00e9-condi\u00e7\u00f5es e, pelo<br>contr\u00e1rio, como sendo a pr\u00e9-condi\u00e7\u00e3o da legitimidade para qualquer sistema<br>pol\u00edtico. A democracia, uma vez esvaziada dos seus objectivos sociais,<br>permite uma oscila\u00e7\u00e3o temporalmente delimitada entre expectativa e<br>frustra\u00e7\u00e3o. A op\u00e7\u00e3o entre partidos, por mais aparente que seja o seu impacto<br>na vida concretas das pessoas, assume sempre a grande dramaticidade das<br>noites eleitorais, o que lhe confere renovada realidade. Por outro lado, a<br>revolu\u00e7\u00e3o das tecnologias de informa\u00e7\u00e3o e de comunica\u00e7\u00e3o veio criar<br>condi\u00e7\u00f5es para um controle ideol\u00f3gico das subjectividades sem precedentes,<br>que as for\u00e7as de direita e de extrema-direita, quase sempre associadas \u00e0s<br>religi\u00f5es evang\u00e9licas fundamentalistas (sobretudo pentecostais), souberam<br>explorar muito mais intensamente que as for\u00e7as progressistas. O medo e a<br>esperan\u00e7a, a frustra\u00e7\u00e3o e a expectativa passaram a ser mercadorias ps\u00edquicas<br>produzidas incessantemente pelas ind\u00fastrias profanas e religiosas da subjectividade. A tentativa de destruir a mem\u00f3ria visa transformar o medo e a esperan\u00e7a em posi\u00e7\u00f5es em jogos de v\u00eddeo.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>A luta pela cura<\/strong><br>Este quadro mostra a dimens\u00e3o das tarefas necess\u00e1rias para inverter o<br>movimento conservador dos ciclos e, sobretudo, para converter os ciclos em<br>espirais em que se v\u00e3o consolidando pr\u00e1ticas de vida livre, justa, digna para<br>grupos populacionais cada vez mais vastos. Por mais abstrato que tal pare\u00e7a,<br>no centro das tarefas est\u00e1 a luta por justi\u00e7a epist\u00e9mica para que as popula\u00e7\u00f5es<br>mais fustigadas pela domina\u00e7\u00e3o capitalista, racista e sexista possam<br>representar o mundo como seu e assim lutar pelas transforma\u00e7\u00f5es que melhor<br>as defendam dos empres\u00e1rios da manipula\u00e7\u00e3o do medo e da esperan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>BOAVENTURA&nbsp;DE SOUSA SANTOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Soci\u00f3logo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das caracter\u00edsticas mais intrigantes das sociedades que estiveramsujeitas ao colonialismo hist\u00f3rico europeu \u00e9 a perman\u00eancia, a seguir \u00e0independ\u00eancia, de rela\u00e7\u00f5es de tipo colonial sob velhas e novas formas, tantointernas como internacionais. Dois desses tipos est\u00e3o h\u00e1 muito identificados. S\u00e3o o colonialismo interno e o neocolonialismo\/imperialismo. 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